Bunkyo Cinema

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O Bunkyo Cinema é um projeto com entrada franca e legendas em português, as exibições são realizadas mensalmente em parceria com a Fundação Japão (quem disponibiliza os filmes e projetor) e coordenadas pela Comissão de Assistência Social do Bunkyo.

Quando: toda primeira quarta-feira útil do mês, às 13h (sendo feriado, fica para semana seguinte)
Local: Pequeno Auditório do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381, prédio anexo 3º andar – Liberdade – São Paulo – SP
(próx. ao Metrô São Joaquim / estacionamento terceirizado: Rua Galvão Bueno, 540)
Entrada Franca (por ordem de chegada)
Informações: (11) 3208-1755 | www.bunkyo.org.br | www.fjsp.org.br


PRÓXIMA SESSÃO
07/02 – O sol sempre se põe na terceira rua (Always San-Chome No Yuhi)

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Direção: Takashi Yamazaki
Produção executiva: Shuji Abe
Música: Naoki Sato
Ano de Produção: 2005
Duração: 132 minutos
Gênero: Drama / Família

Grande sucesso do cinema baseado em romance homônimo de Ryōhei Saigan, registrou um público de mais de 2 milhões de espectadores no Japão. Conquistou os mais importantes prêmios da Academia Japonesa de Cinema, incluindo Melhor Filme, Diretor, Ator e Roteiro, além de ganhar o prêmio de audiência no Festival de Cinema Asiático de Nova York.
A trama acontece em uma pequena comunidade na Tóquio pós-guerra e segue alguns de seus moradores ao longo de um ano. O ano é 1958, quando foi construída a Torre de Tóquio, símbolo da cidade ainda hoje.

Norifumi Suzuki administra uma pequena oficina de automóveis, onde vive com sua esposa e filho. Uma jovem da Província de Aomori emprega-se como sua aprendiz, acreditando que iria trabalhar numa grande empresa de automóveis. Mesmo desapontada, vai descobrindo a vida e o romantismo de uma Tokyo que se modernizava.
Do outro lado da rua vive Ryūnosuke Chagawa. Além de escrever uma série de romances chamados “Shōnen Bōken-dan” (O clube de aventura dos garotos), ele administra uma lojinha na porta de casa. Apesar das dificuldades na vida dos personagens, o filme tem muitos momentos delicados e retrata com nostalgia os “bons velhos tempos” dos japoneses do pós-guerra.

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